domingo, 16 de agosto de 2009

Minha sobrinha



Uma foto da festa de 6 anos da minha sobrinha

Essa foto é da festa da minha sobrinha do coração. Essa menininha é tudo para mim pois foi a primeira sobrinha que eu tive. Ela é muito agarrada comigo e eu também sou com ela. Por isso resolvi registrar essa amizade em uma história (essa é a história que eu acho ser boa)

Tudo que faço ou tenho sempre quero dividir com minha sobrinha, porque eu a amo. Essa é a foto da festa dela. Fui o primeiro a ganhar a foto porque sou o queridinho da sobrinha e ela também me ama.

Alex

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

(Quase)Nada a declarar!

As duas histórias abaixo são antagônicas e complementares, leiam e reflitam. Leituras tão distintas de vivências tão próximas.

Bala perdida...


Oi, meu nome é Claudiana e essa foto é minha e vou contar um pouco dessa história um pouco engraçada.

Era manhã e eu tinha acabado de acordar quando chegou uma amiga perguntando se eu podia ir para casa dela, aceitei na hora. A gente estava andando pela rua e perguntei se ela podia tirar uma foto e ela tirou, pois bem, depois que ela tirou a foto a gente continuamos a andar e fomos surpreendidos por muitos tiros de vários lados, até porque ela morava na favela do Japão - antes que você pergunte, lá não tinha japonês. Foram muitos tiros que a gente nem sabia para onde ir, pow, é muita adrenalina estar no meio dos tiros, é muito legal.

Conseguimos chegar na casa dela e fiquei lá até os tiros acabarem.

Bala achada...

Bom, a história começa assim. B. era um menino como todos os outros, brincava e estudava. Tinha uma vida normal até que aconteceu uma fatalidade. No dia 19 de agosto de 2007, ele, sua mãe e sua avó foram fazer compras no supermercado. Só que para o seu azar ele mora numa favela chamada vila Kennedy, e esta favela estava em guerra com a outra favela chamada Vila Aliança.

Foi nesse dia em que ele pegou o ônibus para ir ao supermercado e o caminho passava pela outra favela, e justo neste dia acho que estava marcado o confronto entre eles. Tudo aconteceu quando eles voltavam do supermercado por volta de 8:00 da noite, quando aconteceu a desgraça. Começou o tiroteio e eles estavam no ponto de ônibus. Todos corriam desesperados, nessa hora a mãe de Bruno o viu cair no chão gritando. Lá estava ele com um tiro na espinha, resultado: o menino ficou aleijado. Resumindo passou a andar de cadeira de rodas e nós da família ficamos arrasados com isso.

Mas hoje, eu e todos da família o admiramos. Ele voltou a ter uma vida normal, voltou a estudar , a brincar como se nada tivesse acontecido e também nem gosta que sintam pena dele. Termino aqui minha história falando desta criança que eu admiro muito, para mim B. é um exemplo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Novidades!
Agora, quem quiser acompanhar o Saracuruna News, projeto da Professora Kátia Paz, pode fazer isso pelo nosso blog. Sim, a convergência chega a Saracuruna!!!!!

Meu nome é R., vou contar a história de uma pessoa muito importante na minha vida, A., meu filho mais velho. Ele sempre foi um bebê lindo, teve muita atenção da família. Por ser o primeiro neto dos meus pais, era tratado igual a um reizinho. O pai dele nunca o registrou em seu nome, mas tudo bem, nós também nunca fizemos questão disso.
O tempo foi passou e ele foi morar com meus pais, isso foi quando me “juntei” com meu novo marido. Eu estava grávida de novo e por isso ele acabava ficando mais com minha mãe do que comigo. Nessa época meu irmão morreu e minha mãe começou a participar de estudos bíblicos se tornando uma testemunha de Jeová. A. também se converteu, pela convivência, começou a estudar e se batizou na igreja, falava sobre a bíblia com todo mundo que passava. Bastava cumprimentar que ele já ia falando, sobre tudo aquilo o que era bom e o que era ruim.
Porém, foi na adolescência que ele começou a mudar, ele virou espírita. Foi morar com um rapaz aos 14 anos, fiquei muito triste porque ele foi embora. As pessoas me mandavam ir à polícia, mas como eu iria dar parte de alguém já que foi ele que saiu de casa por vontade própria. Mesmo sendo menor, meu filho olhava pra mim e dizia que amava aquela pessoa.
Ele ficou dois anos com esse rapaz, que na prática era uma mulher como ele mesmo falava “um corpo de homem e uma cabeça de mulher”. Mas ele decidiu voltar pra casa e meu marido, que A. sempre considerou um pai, o aceitou de volta lá em casa. Era ele que tinha aceitado ficar com meu filho depois que o pai dele não tinha nem o registrado. Mas voltando ao assunto.
Logo que ele voltou para casa começou a namorar uma garota, ela acabou indo morar lá em casa também, pois acabou ficando grávida. Ele ficou todo feliz, até os cinco meses de gestação dela... Pois ele começou a trabalhar, abandonou a menina grávida na minha casa e foi morar com outra pessoa. Agora era eu que estava enrolada: ela na minha casa chorando, sofrendo, a barriga ficando enorme. Finalmente nasceu minha neta, Ana Beatriz, minha fofa.
Ele hoje mora com um menino, nunca viu a filha e não tenho notícia dele. Agora com 19 anos de idade morando com essa pessoa que não deixa falar comigo, nem com a minha família porque acha que podemos dar nos intrometer na relação deles. Só peço mesmo a Deus que ele tenha caráter, e se está feliz assim, que seja a vontade dele.

Minha prima preferida


Essa é a minha prima Bruna, essa menina é muito especial e importante para mim. Considero-a como uma irmã, uma amiga, tudo para mim. Mas às vezes nós nos desentendemos, só que logo voltamos a nos falar. É para ela que conto meus segredos e sou eu quem escuta os dela. Dou e recebo conselhos dela e por incrível que pareça essa menina é muito importante na minha vida. Essa é a minha história verdadeira dessa prima querida.